Avançar para o conteúdo principal

Mensagens

A mostrar mensagens de julho, 2023

Sobre um livro que foi importante na minha vida

Tenho uma amiga que foi minha professora de Filosofia no Ensino Secundário, que me emprestou um livro, alguns anos depois de já ter saído da escola, de que frequentemente me lembro por ter sido tão importante n a compreensão da razão do meu percurso de vida. É um livro sobre filosofia esotérica, de que não me lembro o título, mas que se debruça sobre a distinção entre individualidade e personalidade. É possível que na altura a minha amiga já me conhecesse suficientemente bem, e ao meu contexto de vida, para considerar que era importante eu lê -lo. Nao deixo, no entanto, de considerar promonitória a sua leitura, por ser tão ilustrativa da compreensão do meu modo de pensar. Sobre o livro e o que ainda hoje penso sobre o que li, não vou pronunciar-me, deixando á reflexão do leitor o que tiver que pensar. Obrigado Prof. Fernanda Carvalho!  

A melhor aptidão que desenvolvi na minha vida

A melhor aptidão que adquiri na minha vida foi o autodomínio. A capacidade de controlo das emoções é das mais importantes para uma vida saudável e tranquila. Ser capaz de exercer controlo sobre as emoções é a forma de se evitar muitos problemas. As emoções são energias poderosas que se não forem refreadas, deitarão a perder qualquer iniciativa de ser bem sucedido. É preciso uma vigilância permanente àquilo que sentimos dentro de nós, para identificarmos as emoções que mobilizam as nossas ações, de forma a serem as mais corretas.

Tenho passado o meu tempo na NET a ver blogs

Nos últimos dias, após imigrar o meu blog para aqui, tenho passado a maior parte do tempo na NET a ver blogs no Sapo Blogs. Tenho-me deparado com blogs interessantes, que abordam assuntos do meu interesse, que tenho passado a seguir. Acho interessante haver um espaço, como existe no Blogger, onde posso ver os posts dos blogs que subscrevi. É uma comunidade de pessoas que gostam de pensar e escrever, e encontram aqui um espaço de partilha dos seus textos. Recordo que a reativação do meu blog, que foi criado há uns anos, surgiu na sequência da minha participação no projeto G'Oldies, de preparação psicológica para a reforma. Um dos objetivos apresentados no âmbito desse projeto foi, precisamente, a integração em grupos de partilha de ideias e experiências, com vista a exploração do que trás segnificado á vida.

Está quase a começar a Jornada Mundial da Juventude

Nos últimos dias temos vindo a assistir nas televisões a imagens de preparação da Jornada Mundial da Juventude. Será, sem dúvida, um acontecimento mundial de que Portugal se deverá orgulhar pela capacidade revelada para realização de um evento desta envergadura. É emocionante a chegada de pessoas de todo o mundo e o acolhimento que recebem dos portugueses. Esperemos que corra tudo bem e Portugal fique na memória de todos os participantes como um pequeno país grande.

Deixei de ler jornais e revistas

Já há muito tempo que não leio jornais e revistas em papel e no digital. Sinal dos tempos. E não é por falta de tempo. Embora seja escasso devido às solicitações que temos todos os dias, sobra sempre algum para lhes dedicar alguma atenção. O que acontece é que cada vez mais tenho menos interesse. Não sei se o problema é da vida e do que acontece nela, ou de quem relata e comenta os acontecimentos. Não deixei, porém, de ver notícias, mas, praticamente, limito-me a ler os títulos no Feedly, a que me converti há algum tempo.

Está concluído o processo de emigração do blog

Parece que finalmente está concluído o processo de emigração do meu blog do Blogger para o Sapo. O processo até é simples, mas, por vezes, não corre como se espera. É sempre um processo doloroso, mas quando fica concluído não deixa de ser um alívio. Mas pronto, agora já está. Recordo que este blog já foi criado há uns anos, e foi agora reativado na sequência da minha participação no projeto G'Oldies, de preparação para a reforma. Na sequência deste processo, algumas publicações não ficaram com boa apresentação, mas espero que daqui em diante fique melhor.  

Chegou ao fim a nossa participação no projecto G'Oldies

No dia 18 de julho chegou ao fim a nossa participação no projeto G'Oldies onde, durante quatro meses, através de várias atividades, tivemos uma preparação psicológica para a reforma. No balanço final, foi unânime o agrado de todos os participantes e a certeza dos ganhos adquiridos por todos na preparação para a fase que sucede à vida profissional.   Todos adquirimos um maior autoconhecimento da vida interior e desenvolvemos um modo de pensar na reforma com confiança e optimismo.

O sossego de estar de férias sem pensar no serviço

Antigamente, nos últimos anos, quando vinha de férias, não deixava de ficar ligado ao trabalho. Mais não fosse, continuava a gerir o email do serviço no telemóvel ou no computador. E achava que isso era um ponto a meu favor, afinal revelava a minha dedicação e interesse ao serviço. Mesmo estando de férias, recebo todos os dias vários e-mails do serviço para serem tratados. Como deixei o email reencaminhado para uma colega, agora vejo-os entrar e é um sossego não ter que os tratar. Agradeço ao chefe que achou que, estando de férias, não devia estar com esse serviço.  

Também sou um dependente do telemóvel

Tenho aqui ao meu lado, na esplanada, um indivíduo a ler o jornal. Lembrei-me: agora é raro ver alguém em espaços públicos a ver o jornal. O que se vê mais agora é pessoas com o telemóvel. No meu tempo de juventude andava sempre com um jornal ou revista. Agora, onde quer que esteja, tenho sempre o telemóvel á mão. Como a maioria das pessoas, também sou um dependente do telemóvel. O que vale é que agora é inteligente.              

Normalmente não vejo televisão

Normalmente não vejo televisão, fica desligada até que alguém em casa a ligue. Não tenho nada contra ela, nem contra quem a vê, mas simplesmente não me interessa, nem tenho o hábito. Acho que há coisas mais interessantes e úteis para fazer. Mas às vezes penso que se tivesse esse hábito, talvez não tivesse tantos momentos de tédio. A verdade é que a televisão é o passatempo preferido dos portugeses. Por vezes, até será uma forma agradável de passar o tempo, mas é uma forma passiva e embrutecedora. Prefiro ficar sentado no sofá a refletir. É o meu passatempo preferido.

As pessoas normalmente fazem grandes planos para as férias

Estou de férias e penso naqueles que também estão em gozo de férias. As pessoas normalmente fazem grandes planos para as férias. Se possível para goza-las longe de casa. As férias servem para as pessoas descansar e fugir da rotina. Mas não para fugirem de si. Assim devia ser. Mas, normalmente, as pessoas procuram desesperadamente formas de fugirem ao contacto consigo mesmas. Quando as férias deviam ser um tempo privilegiado para estarem consigo e se auto conhecerem.

Emigrei o meu blog para o Sapo.pt

Quando reativei este blog, ganhei a paixão dos blogs e comecei a vê-los no Sapo.pt. Rapidamente, fiquei seduzido e decidi emigrar para lá este blog.   O processo foi fácil e já pode ser visto aqui:  https://acorazuldosmiosotis.blogs.sapo.pt/   Acho mais bonito e além de ser .pt, permite-me ter mais visitas.   Espero que os meus amigos passem por lá e gostem da nova casa onde vai passar a morar.   Porque o alojado no Google irá ser eliminado.   Antes disso, irei enviar um convite á Emília Baldaia, com quem partilho a paixão pela escrita.   Sejam bem vindos!

O passatempo preferido no café

Por vezes vou jantar aos meus cunhados, que têm um café.   Agora no Verão sabe bem sentar-me na esplanada, como os outros clientes.   Os clientes são sempre os mesmos, há muito tempo.   E o passatempo preferido dos clientes é jogar às cartas.   A mim não me interessa, nem sei jogar, e por isso fico a observá-los   Quatro a volta de uma mesa e uns quantos a assistir.   E de súbito, no meio do silêncio, instala-se uma algazarra porque alguém jogou uma carta errada.   E no final do jogo, quem perdeu sai e entram outros..   Eu fico a observá-los e penso em coisas banais.

G'OLDIES é o que quiseres

Folia é sinónimo de alegria, a vida também precisa deste alimento que nos invade e contagia. Alavanca necessária para confirmar o sentimento, nunca esquecendo a partilha. No G’Oldies reaprendemos a não desistir. Nova fase, nova vida. Reforma será celebrada, será memória. Planos elaborados para cumprir. Acrescentar nossa linda história.

A sabedoria que nos sossega

A alma inquieta-se, sim, e porque não? Sabemos sempre tudo? Não. Devemos questionar? tranquilizar o nosso coração!!!!! Nem sempre temos certezas se é aquele caminho, mas se não ousarmos percorrê-lo nunca o saberemos, e ficamos inseguros, paralisados com a indefinição??? - Nunca te arrependas de fazer, é muito pior carregar a culpa de não o ter feito. - Não julgues sem conhecer, não cobres sem dar, não faças só porque queres ser aceite…. Mas então, tenho de priorizar sempre a emoção em detrimento da razão? É isso Sr.ª Carolina? É certo a minha força mental lutar conta a minha força física? Diga-me!...D.ª Lina. Mas se eu sofrer pelos outros, me deixar condicionar pelos outros, isso não é empatia? - Não, isso é não te permitires ser a melhor versão de ti, porque estás refém do julgamento dos outros. Não deixes que castrem a tua essência, te desviem de fazer o teu caminho. Mas D.ª Carolina, a senhora sempre sábia, tão tranquila, serena, o olhar tão profundamente brilhante… Como se ensinou?...

Às Quartas-feiras como uma rabanada

Às Quartas-feiras, de manhã, antes de entrar ao serviço, vou ao pequeno café do Sr. José Luís comer uma rabanada. Sentado na esplanada, esse é um dos rituais que fazem os meus momentos felizes.   A felicidade é feita destes momentos simples que transportam sentido á nossa vida.   Gosto muito de rabanadas. E estas são deliciosas. Ou, como diz o Sr. José Luís, são divinais.   Comer uma rabanada é um daqueles prazeres secretos que vão assinalando a minha vida.   Estas são confecionadas pela D. Maria do Rosário, esposa do Sr. José Luís, como outros petiscos que vende na sua loja.

Espiritualidade é viver a cada instante

Li isto agora no Facebook e achei que era importante partilhar aqui: "A espiritualidade não é uma forma alternativa de existência. Espiritualidade é a própria vida. Espiritualidade é abraçar a vida, viver a vida. É fazer o que quer que você esteja fazendo com todo o seu coração e desfrutar disso completamente.  Quando você vive a vida a cada instante, naturalmente se sente muito ligado a tudo e a todos.  Isso é espiritualidade."  

Ter desesperança é desistir de sonhar

A Dra. Inês Nascimento, psicóloga e dinamizadora do projeto G'Oldies, num comentário a um texto deste blog, questionou se eu combatia o descrédito ou a desesperança com a poesia.   Não é desesperança, ter desesperança é desistir de sonhar e acreditar nos sonhos. A esperança que eu tenho é uma fé inabalável na vida e na capacidade de regeneração do ser humano.   Mas será um forma de combater o descrédito. O descrédito existente num mundo onde cada vez mais se sente a falta de humanidade.      

"Está tudo bem, respira"

Uma vez li esta frase: "Está tudo bem, respira.". Quantas vezes enchemos a nossa vida de problemas, e tudo não passa de pensamentos que nos surgem para atazanar a vida?   A vida é simples, a vida é o que é, e é bela na sua simplicidade.   Esta é a verdade que eu sei.   A sabedoria está em apreciar as coisas simples da vida.

A morte é o fim de todas as ilusões

A morte sempre constituiu o meu principal problema. Achava que a morte era o fim de tudo. Geralmente, as pessoas não pensam muito nela. Só perante um problema de saúde ou doença grave é que pensam na morte.   Mas a morte é a única certeza que temos. A morte é o fim de todas as ilusões.   Realmente, o que nos custa mais é vermos as nossas ilusões desfeitas pelo confronto com a verdade.   E a morte é o confronto com a verdade derradeira.

Todos queremos ser felizes

Todos queremos ser felizes. Seja qual for o conceito que cada um tem do que signfica a felicidade e a forma de a obter, ser feliz é o que todos procuramos. Ter saúde, viver em paz connosco e com os outros, e apreciar as coisas simples da vida, deve ser o que constitui a nossa felicidade.   Para ser feliz é importante sermos conscientes. A consciência é uma luz que nos ilumina e nos faz valorizar aquilo que é essencial à nossa felicidade.   Sermos conscientes de nós, do ser único que somos, é harmonizarmo-nos com o universo e encontrarmos o nosso lugar nele.   Somos estrelas do firmamento e brilhamos no céu dos nossos sonhos.  

E se...

E se fosse hoje, arriscaria. Continuar criança, continuaria. Desafiada, aceitaria. Ter-te de novo, tentaria. Voltar a ser vossa mãe, engravidaria. Fugir da zona de conforto, fugiria. Brincar, brincaria. Ser eu, seria. Escrever, escreveria. Gritar, gritaria. Para te trazer, arriscaria. Ser feliz, seria.crever,  Sair do quadrado, sairia. Apanhar chuva, apanharia. Saltar de paraquedas, saltaria. Tentar, tentaria. Amar, amaria. Não fazer nada, faria. Escutar, escutaria. Recomeçar, recomeçaria. Arrancar gargalhadas, arrancaria. Abraçar, abraçaria. Dizer não, diria. Contrariar, contrariaria. Ir sem medo, iria. Rezar, rezaria. Aceitar, aceitaria. Perdoar, perdoaria. Julgar, não julgaria. Cobrar, não cobraria. Excluir, não excluiria. Exterminar, não exterminaria. Ignorar, não ignoraria. Deixar de viver, não deixaria. Acreditar, não desacreditaria. E se eu decidisse o final da história. O pano levantaria, os aplausos se escutariam, a música se ouviria, a vida aconteceria, a alegria contagiaria,...

O que define?

Fala-se hoje da diferença de género, se é cor-de-rosa, é para menina, se é azul é para menino. Muitos estereótipos criados ao longo dos tempos, aliados a crenças limitadoras, que condicionam muito o pensamento, e, por conseguinte, impedem que seja livre de preconceitos e de amarras. A inclusão, seja qual for, deveria ser ensinada, estimulada desde muito cedo no seio familiar e no banco das escolas, em simultâneo com as primeiras letras do abecedário. Claramente, este tema sempre muito presente na minha mente, remete-me obrigatoriamente para a infância das minhas filhas. Sempre brincaram de uma forma muita inclusiva, com os primos e primas, amigos e amigas, sem qualquer tipo de estigma, vestiam os pijamas dos primos, como eles calçavam as suas sapatilhas, não havia regras para eles, e outras para elas, partilhavam as camas, os banhos, os pequenos almoços, tudo era natural, pacificado. Por falar em pequenos almoços, eram servidos rotina mente em chávenas, que ainda hoje guardam religiosa...

O que tenho aprendido no G'Oldies

Li há pouco as respostas da Dra. Inês Nascimento a três questões sobre a reforma que lhe foram formuladas para uma revista de Valongo, que partilhou com os participantes do projecto G'Oldies, e pude confirmar a visão optimista que tem sobre esse período de vida. Apesar de ser um tempo associado ao declínio da vida humana, é, como tenho aprendido nas sessões G'Oldies, um tempo de crescimento e evolução para nos preparar para viver com sabedoria e paz os derradeiros momentos da nossa vida.

A vida sabe o que é melhor para nós

Aprendi que a vida não é o que nós queremos ou pensamos. A vida é o que acontece a cada momento, independentemente da nossa vontade ou desejo.   Devemos é estar despertos e receptivos ao que nos acontece de bom ou de mau.   A vida ou o universo sabe o que é melhor para nós e o que interessa á nossa evolução.   Nada acontece por acaso.   Nem existem coincidências.   Tudo o que acontece é fruto de uma vontade superior que determina o evoluir dos acontecimentos.   O que nós é pedido é que estejamos despertos e conscientes da vida maravilhosa que acontece dentro de cada um.

Hoje tivemos a última sessão do G'Oldies

Hoje tivemos a última sessão do G'Oldies. Não foi a despedida, porque para a semana ainda nos vamos encontrar. Mas já foi o início da despedida, com um primeiro balanço do que foi o G'Oldies.   E já se sentiu, entre os participantes, alguma nostalgia pelo espírito alegre de que todos participaram durante as sessões.   Para já, foi constituído um grupo no WhatsApp, onde todos poderão partilhar as vivências que recordarão a experiência do G'Oldies.

O Desnorte

Há dias que entras na rotina e não dás atenção aos detalhes. Segues como se fosse mais uma cópia do dia anterior, tudo no mesmo ritmo, com a mesma intensidade. Por vezes nem te recordas como fizeste o percurso, como chegaste ali. Se estava tudo da mesma forma, com a mesma cor. Nem reparaste naquela gaivota que ferida, lá se levantou e seguiu o seu destino. No sol que brilhava com mais intensidade. No mendigo que hoje estava de barba cortada. Na avó que felicitava o neto pela conclusão do final de ano letivo com sucesso. Nem disseste até logo ao teu filho. Nem na relva que molhada pela rega da manhã, libertava o aroma que outros inspiravam. Nem sequer contavas os passos . E chegas exausto/a porque os pensamentos te absorvem. Te tolham o coração e te turbam a alma. A mente desordenada obriga a escutares o coração. Nem sempre a razão se sobrepõe á emoção.    

Todos estamos sós

Gosto de estar só. Todos estamos sós.   A única companhia que temos é a que fazemos a nós mesmos.   Mesmo quando estamos com outras pessoas, estamos sós.   Somos irredutivelmente sós.   A única verdade é que estamos sós.   E quando estamos sós, temos o Universo por nossa companhia.

Hoje faço anos

Hoje faço 60 anos. Essa é a idade que consta do meu Cartão de Cidadão.   É a minha idade física.   Mas não é a idade que sinto.   Sinto-me uma criança crescida.   Sinto-me com a idade de quem tem todos os sonhos intactos.   Porque o que define a idade de uma pessoa é a sua capacidade de sonhar.   Quando se sonha, renasce-se todos os dias para a perpétua novidade de tudo.   E espanta-se.   Sinto-me como quem acorda todos os dias para o espanto de cada manhã.          

Celebrar aniversário

Nem sempre poderá ser a altura ideal, não estares conectado/a com esse tempo. Quantos gostariam de o fazer, e não tiveram, sequer, escolha. A idade é de facto um número, apenas, mais um. Mas a cada 365 dias/ano, tu cresces, confias, evoluis. Mesmo quando não compreendes, irás perceber mais tarde. O nascimento é uma dádiva, tal e qual a tua caminhada nesta vida. Hoje sopras velas, amanha poderás só sorrir. Está tudo certo, celebras de forma que fizer sentido. Nem que seja só contigo. Mas tens os teus, a tua rede. E a gratidão é o que te conduz ao momento em que tudo faz sentido. Celebrar tudo, a vida é o papel principal. Celebrar por ti, para ti e com os outros.      

Um artigo que li sobre a reforma

No meu leitor de feeds surgiu-me um artigo muito interessante sobre a reforma, onde são mencionados argumentos já referidos nas sessões do G'Oldies:  5 efeitos psicológicos da aposentadoria e como lidar com eles .   Aconselho vivamente a sua leitura, não só aos participantes do G'Oldies, mas também a quem está á beira da reforma.   O link está aqui:  https://amenteemaravilhosa.com.br/efeitos-psicologicos-da-aposentadoria-e-como-lidar-com-eles/  

A quem interessa o que aqui escrevo?

Às vezes penso: quem é que vai ler isto? Que interesse poderá ter? Nunca podemos saber que impacto vão ter nos outros as acções que empreendemos.   Mas isso também não nos deve preocupar.   O que interessa é o gosto e empenho que colocámos naquilo que fazemos.   E a verdade é que sinto por vezes muito entusiasmo e alegria naquilo que aqui escrevo.   E são também muito gratificantes os comentários positivos de amigos e conhecidos que, de várias formas, têm sido produzidos.   A esses só tenho que dizer: obrigado!

Hoje uma abelha picou-me

Hoje uma abelha enfiou-se debaixo da minha t-shirt e picou-me.   Fui procurar no Google o segnificado espiritual de abelha, e fiquei a saber que, genericamente, representa a imortalidade, o sacrifício, a alma, o amor, a ordem, a limpeza, a comunidade e a obediência.   De acordo com o Google, a simbologia das abelhas é bastante rica e, em um primeiro momento, pode trazer significados como a cooperação, organização e a disciplina.   Ainda de acordo com o motor de busca, no cristianismo as abelhas têm uma forte simbologia ligada à ressurreição   e também ao próprio mistério da morte. Por causa disso, é comum ser considerada um símbolo de Cristo.

Para estarmos bem com os outros, precisamos estar bem connosco

O mais importante da vida é estarmos bem conosco e com os outros.   Para estarmos bem com os outros, precisamos estar bem connosco.   Para estarmos bem connosco, precisamos estar em paz.   A paz é a ausência de conflitos.   Só resolvendo os conflitos que existem, internos e externos, encontraremos a paz.   Precisamos, para isso, estarmos atentos àquilo que sentimos, e descobrirmos em nós aquilo que nos harmoniza com a vida.

A vida não é linear

 Todos temos bons e maus momentos. Há momentos em que nos sentimos os maiores, e outros em que estamos em baixo. A vida não é linear, e o que sentimos tem a ver com muitos fatores. É quando nos sentimos pior, que devemos dialogar mais com nós. É nessas alturas que devemos perscrutar dentro de nós aquilo que nos está a desarmonizar com o todo. Encontrar a luz que nos ilumina o caminho, é encontrar a paz que deve existir em nós.

A tua verdade

A tua verdade é legítima. Só tu sabes as tuas dores, as tuas angústias. O quando te questionaste se estavas a seguir o caminho certo. As lágrimas que derramas quando esboças um sorriso. O coração que chora quando libertas uma gargalhada. Essa é a tua verdade, só tua e única. É este amontoar de pedaços que define quem somos, e escreve a nossa história. A tua verdade é um conjunto de outras verdades que vais colecionando no teu percurso.    

Uma rapariga deambulava

Uma rapariga passou no espaço á minha frente. Deambulava com um ar perdido.   Vestia-se de um modo estranho.   Seguia-a com os olhos durante um instante.   Depois esqueci-me dela.   Passado algum tempo, vi-a outra vez.   Aproximou-se, pediu-me um cigarro.   Não devia ser portuguesa.   Afastou-se novamente.   Esqueci-a.

A vida é para ser vivida

De um modo geral, as pessoas não se questionam muito. E talvez assim deva ser.   A vida é para ser vivida e não questionada.   Mas nós vivemos a vida ou o que pensamos dela?   Todos temos pensamentos, estamos sempre a pensar, mas o que pensamos está em harmonia com a vida que vivemos?   Quantas vezes pensamos para sentir essa harmonia!   Esquecemos que essa harmonia está precisamente em não pensar.   E para não pensar, precisamos de pensar.   Muito.

G'Oldies, as dificuldades que senti

Nas sessões do G'Oldies foi-nos proposto apresentar projetos de futuro com vista a delinear a ocupação do tempo de reforma. Como outros participantes, tive dificuldade em pensar no futuro e mais ainda em materializar ideias a concretizar a médio e longo prazo.   Não existe muito em nós o hábito de planear o futuro.   Achava que o Universo se encarregaria de nos colocar frente às experiências que haveriam de preencher a nossa vida.   Mas não é assim. Ninguém nos vai dizer o que temos que fazer.   O Universo ajuda, mas somos nós que temos que nos determinar na idealização e realização do que nos cumpre.