Uma rapariga passou no espaço á minha frente.
Deambulava com um ar perdido.
Vestia-se de um modo estranho.
Seguia-a com os olhos durante um instante.
Depois esqueci-me dela.
Passado algum tempo, vi-a outra vez.
Aproximou-se, pediu-me um cigarro.
Não devia ser portuguesa.
Afastou-se novamente.
Esqueci-a.
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