Li agora um post num blog que cita um escritor que fala de um comediante que tinha medo da morte e que, depois de anos de psicoterapia, conseguiu, racionalmente, compreender as razões desse medo, e que, por isso, deixou de ser comediante.
Também eu tenho medo da morte. Mas não é preciso. Acho que tenho domesticado esse medo, mas se há razões ocultas que conduzem a nossa vida, essa é a principal.
Como já li, quando nos confrontamos com a morte e temos consciência dela, a vida torna-se uma urgência todos os dias.
Pela parte que me toca, a morte fascina-me e já divaguei sobre isso, aqui mesmo;
ResponderEliminarhttps://classeaparte.blogs.sapo.pt/a-morte-fascina-me-25885
Prefiro a versão existencialista: o medo é uma desculpa.
ResponderEliminarVi agora o seu post e nota-se, pela ironia com que fala da morte, que não o deve amedrontar. Obrigado!
ResponderEliminarNão conheço a versão existencialista, mas deve ser importante para refletir nela. Obrigado!
ResponderEliminarNão creio que exista alguém que não tenha medo da morte. A ironia e o humor não são uma forma de mostrar que não se tem medo mas, sendo a morte a única coisa que não conseguimos evitar na vida, o melhor é mesmo não pensar nela.
ResponderEliminarConcordo!
ResponderEliminarNão tenho qualquer receio da morte até porque sei que será uma certeza.
ResponderEliminarTerei mais medo da vida... dos desafios que me vai propondo e da minha eventual incapacidade de os ultrapassar.
Obrigado pelo comentário, já vivo melhor com a ideia da morte.
ResponderEliminar