Avançar para o conteúdo principal

Um momento de férias

Ontem fui jantar com a minha família a um restaurante frente á praia.

Estes momentos em família são especiais por nos permitir viver num tempo novo, fora da rotina.

Já estou na segunda semana de férias, e foi preciso a minha filha vir passar a semana a nossa casa, para nos por fora dela.

Falo de mim e da minha esposa, que o rapaz, pelo menos ao fim de semana, está sempre a sair com os amigos. E a rapariga também.

Os pais é que estão de férias e não vão para lado nenhum. Também não faço questão. Já fico contente de me sentar numa esplanada, com tempo e um livro na mão, e a tranquilidade de me sentir bem e em paz.

O resto é acessório.

Comentários

  1. O que importa é que façamos o que gostamos.

    ResponderEliminar
  2. Não podia deixar de cá vir, no dia dos blogs, agradecer este blogue!!!
    Feliz dia dos Blogues!!!

    ResponderEliminar
  3. Muito obrigado pela visita, felicidades para a sua atividade de bloguista!

    ResponderEliminar

Enviar um comentário

Mensagens populares deste blogue

Mais de dois meses sem fumar

Estou há mais de dois meses sem fumar.  Lembrei-me disso agora, que estou há muito tempo a fazer horas sentado num café. Antes, se entrava num café, pouco me demorava.  Quase sempre procurava uma esplanada, coberta ou não, dependendo do tempo que fizesse. Agora, é indescritível a sensação que tenho de poder estar tranquilamente num local sem ter que pensar no tabaco. É claro que penso, mas nada que me domine. Dois meses sem fumar ainda é pouco tempo para deixar de pensar. Mas, com dois meses sem fumar, o pensamento e a vontade já não são muitas.

Os miosótis dos meus olhos a crescerem

Vou passar todo o meu tempo a escrever-te um poema. E quando te deitares comigo a teu lado sobre o limbo da noite acordada para veres os miosótis dos meus olhos a crescerem, como dizes, para o alvorecer dos teus sonhos perfeitamente incrédulos e cheios de esperança ainda de algum sentido que torne provável a irreal exatidão da vida que em vão tento trazer para o meu poema, perfeitamente irreal, e eu sussurro-te então ao ouvido palavras sem nexo nem sentido para provar isso mesmo em que tu, como sei, não acreditas, eu torno a voltar ao princípio para encontrar o rumo viável das palavras.