Avançar para o conteúdo principal

O livro que comecei a ler

Comecei agora a ler o livro que adquiri esta semana com o título "Como ser feliz (sim, é possível)".


Perante este título, alguns, os pseudo intelectuais, ficarão desconfiados. Sim, será um livro de autoajuda.


Escrito por um autor português, psicólogo clínico e psicoterapeuta, é um livro baseado em dados científicos e na experiência de anos do autor.


O título é apelativo mas traduz o objetivo que todos procuram.


Ser feliz é uma disposição para nos sentirmos bem, e tem a ver com a forma como nos relacionamos connosco e com os outros.

Comentários

  1. Li uma vez um livro, que admito ter sido escrito com o mesmo objectivo e sinceramente acho que quase todos os livros que li completamente fora do tema me ajudaram muito mais.

    ResponderEliminar
  2. Sim, é possível, também fico de pé atrás perante estes livros, mas este parece-me mais cientifico.

    ResponderEliminar
  3. Este ano, tenho lido alguns livros com essa temática, muito interessantes.

    ResponderEliminar
  4. Estou a gostar muito, bastante elucidativo.

    ResponderEliminar

Enviar um comentário

Mensagens populares deste blogue

Mais de dois meses sem fumar

Estou há mais de dois meses sem fumar.  Lembrei-me disso agora, que estou há muito tempo a fazer horas sentado num café. Antes, se entrava num café, pouco me demorava.  Quase sempre procurava uma esplanada, coberta ou não, dependendo do tempo que fizesse. Agora, é indescritível a sensação que tenho de poder estar tranquilamente num local sem ter que pensar no tabaco. É claro que penso, mas nada que me domine. Dois meses sem fumar ainda é pouco tempo para deixar de pensar. Mas, com dois meses sem fumar, o pensamento e a vontade já não são muitas.

Os miosótis dos meus olhos a crescerem

Vou passar todo o meu tempo a escrever-te um poema. E quando te deitares comigo a teu lado sobre o limbo da noite acordada para veres os miosótis dos meus olhos a crescerem, como dizes, para o alvorecer dos teus sonhos perfeitamente incrédulos e cheios de esperança ainda de algum sentido que torne provável a irreal exatidão da vida que em vão tento trazer para o meu poema, perfeitamente irreal, e eu sussurro-te então ao ouvido palavras sem nexo nem sentido para provar isso mesmo em que tu, como sei, não acreditas, eu torno a voltar ao princípio para encontrar o rumo viável das palavras.