Por norma, atravesso a estrada na passadeira. Por vezes, distraido, passo ao lado.
E os condutores, por norma, param e eu aceno em agradecimento.
Os condutores, por vezes, também acenam.
E eu atravesso para a outra margem, onde a vida continua.
Por norma, atravesso a estrada na passadeira. Por vezes, distraido, passo ao lado.
E os condutores, por norma, param e eu aceno em agradecimento.
Os condutores, por vezes, também acenam.
E eu atravesso para a outra margem, onde a vida continua.
Também tenho esse hábito. Não custa muito ser simpático
ResponderEliminarClaro que não, e sabe tão bem...
ResponderEliminarTextos breves que retratam o quotidiano de vida. É isto que gosto na escrita do Jorge. 😉
ResponderEliminarObrigado Dra. Inês Nascimento, também gosto de escrever estes textos que são breves apontamentos do quotidiano.
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