Avançar para o conteúdo principal

O combate entre Elon Musk e Mark Zuckerberg

Nos últimos dias têm surgido notícias de que Elon Musk e Mark Zuckerberg vão-se confrontar num combate físico.


Quando vi a notícia pela primeira vez nem sequer liguei. Achava que não tinha pés nem cabeça.


Mas é mesmo verdade, e vai ser transmitido em direto.


Como todos sabem, Elon Musk é o dono da Tesla, fabricante de carros elétricos, e da rede social Twitter, e Mark Zuckerberg é o dono da Meta, que concentra o Facebook, o Instagram e o Threads.


A rivalidade parece que surgiu, precisamente, depois de Mark Zuckerberg ter lançado o Threads, rede social semelhante ao Twitter, que Elon Musk comprou, o que levou muitos utilizadores a abandona-la por causa das medidas tomadas pelo novo dono.


E então vão-se bater numa luta fisica.


Nem sei o que dizer. Uma luta de pugilato entre dois ricos como se fossem bárbaros em plena época medieval.

Comentários

  1. Não esquecendo que o sr Musk tem também a SpaceX e pode meter um foguete no dito cujo do Açucarberg e enviá-lo para o espaço.

    ResponderEliminar
  2. Afinal, de acordo com uma notícia que li agora, já não se vai realizar o combate. Haja bom senso!

    ResponderEliminar

Enviar um comentário

Mensagens populares deste blogue

Mais de dois meses sem fumar

Estou há mais de dois meses sem fumar.  Lembrei-me disso agora, que estou há muito tempo a fazer horas sentado num café. Antes, se entrava num café, pouco me demorava.  Quase sempre procurava uma esplanada, coberta ou não, dependendo do tempo que fizesse. Agora, é indescritível a sensação que tenho de poder estar tranquilamente num local sem ter que pensar no tabaco. É claro que penso, mas nada que me domine. Dois meses sem fumar ainda é pouco tempo para deixar de pensar. Mas, com dois meses sem fumar, o pensamento e a vontade já não são muitas.

Os miosótis dos meus olhos a crescerem

Vou passar todo o meu tempo a escrever-te um poema. E quando te deitares comigo a teu lado sobre o limbo da noite acordada para veres os miosótis dos meus olhos a crescerem, como dizes, para o alvorecer dos teus sonhos perfeitamente incrédulos e cheios de esperança ainda de algum sentido que torne provável a irreal exatidão da vida que em vão tento trazer para o meu poema, perfeitamente irreal, e eu sussurro-te então ao ouvido palavras sem nexo nem sentido para provar isso mesmo em que tu, como sei, não acreditas, eu torno a voltar ao princípio para encontrar o rumo viável das palavras.