Avançar para o conteúdo principal

Entra hoje em vigor a nova lei de saúde mental

Entra hoje em vigor a nova lei de saúde mental.


46 doentes inimputáveis serão libertados.


A medida é controversa.


Mas não será legítimo que pessoas portadoras de doença mental estejam tantos anos privados da liberdade.


Competirá ao Estado e às instituições criar as condições que garantam a liberdade a estas pessoas sem por em causa a segurança e tranquilidade públicas.

Comentários

  1. "Competirá ao Estado e às instituições criar as condições que garantam a liberdade a estas pessoas sem por em causa a segurança e tranquilidade públicas." ----------- Claro, e estamos onde? Na Escandinávia? A realidade dos últimos anos vai contra a ideia(em tese boa e humanista) de que temos qualquer capacidade para dar resposta a tal tipo de leis. O Cm e a CMTV etc vão ter ainda mais casos violentos para reportar e a segurança vai obviamente piorar ainda mais ,policias e tribunais em ruptura etc e tais.

    ResponderEliminar
  2. Obrigado pelo comentário. Não quero ser tão pessimista. Boa noite!

    ResponderEliminar
  3. Claro que não. Boa noite para si por aí na "Dinamarca".

    ResponderEliminar
  4. Os tempos que vivemos são muito complicados.

    ResponderEliminar
  5. Sim, é verdade, acredito que seja o fim de um ciclo.

    ResponderEliminar

Enviar um comentário

Mensagens populares deste blogue

Mais de dois meses sem fumar

Estou há mais de dois meses sem fumar.  Lembrei-me disso agora, que estou há muito tempo a fazer horas sentado num café. Antes, se entrava num café, pouco me demorava.  Quase sempre procurava uma esplanada, coberta ou não, dependendo do tempo que fizesse. Agora, é indescritível a sensação que tenho de poder estar tranquilamente num local sem ter que pensar no tabaco. É claro que penso, mas nada que me domine. Dois meses sem fumar ainda é pouco tempo para deixar de pensar. Mas, com dois meses sem fumar, o pensamento e a vontade já não são muitas.

Os miosótis dos meus olhos a crescerem

Vou passar todo o meu tempo a escrever-te um poema. E quando te deitares comigo a teu lado sobre o limbo da noite acordada para veres os miosótis dos meus olhos a crescerem, como dizes, para o alvorecer dos teus sonhos perfeitamente incrédulos e cheios de esperança ainda de algum sentido que torne provável a irreal exatidão da vida que em vão tento trazer para o meu poema, perfeitamente irreal, e eu sussurro-te então ao ouvido palavras sem nexo nem sentido para provar isso mesmo em que tu, como sei, não acreditas, eu torno a voltar ao princípio para encontrar o rumo viável das palavras.