Avançar para o conteúdo principal

A realidade não é só aquilo em que pensamos e acreditamos

A realidade não é só aquilo em que pensamos e acreditamos.


Por vezes, nem aquilo em que acreditamos é real.


A nossa mente induz-nos muitas vezes em erro.


Acreditamos numa realidade condicionada.


Aquilo que somos e acreditamos é condicionado pela experiência da nossa vivência ao longo da existência.


Mas a realidade é muito mais que isso e inacessível ao que pensamos e sentimos.


Devemos ter uma atitude expectante e incluir a dúvida na experiência da nossa realidade.

Comentários

  1. "Incluir a dúvida na experiência da realidade" é uma forma de questionamento do que nos pode ser apresentado como verdade sem que o seja. É um excelente processo de complexificação da nossa estrutura mental. Mas é importante que não se torne gerador de excessiva ansiedade.

    ResponderEliminar
  2. Obrigado Dra. Inês Nascimento, sei o que e isso, questionar a realidade é perder o pé nas nossas certezas.

    ResponderEliminar

Enviar um comentário

Mensagens populares deste blogue

Mais de dois meses sem fumar

Estou há mais de dois meses sem fumar.  Lembrei-me disso agora, que estou há muito tempo a fazer horas sentado num café. Antes, se entrava num café, pouco me demorava.  Quase sempre procurava uma esplanada, coberta ou não, dependendo do tempo que fizesse. Agora, é indescritível a sensação que tenho de poder estar tranquilamente num local sem ter que pensar no tabaco. É claro que penso, mas nada que me domine. Dois meses sem fumar ainda é pouco tempo para deixar de pensar. Mas, com dois meses sem fumar, o pensamento e a vontade já não são muitas.

Os miosótis dos meus olhos a crescerem

Vou passar todo o meu tempo a escrever-te um poema. E quando te deitares comigo a teu lado sobre o limbo da noite acordada para veres os miosótis dos meus olhos a crescerem, como dizes, para o alvorecer dos teus sonhos perfeitamente incrédulos e cheios de esperança ainda de algum sentido que torne provável a irreal exatidão da vida que em vão tento trazer para o meu poema, perfeitamente irreal, e eu sussurro-te então ao ouvido palavras sem nexo nem sentido para provar isso mesmo em que tu, como sei, não acreditas, eu torno a voltar ao princípio para encontrar o rumo viável das palavras.