Avançar para o conteúdo principal

Quero conviver com mais pessoas

Outro dos objetivos que apresentei no âmbito do projeto G'Oldies, de preparação para a reforma, dinamizado pela Prof. Dra. Inês Nascimento, da Faculdade de Psicologia do Porto, com o apoio da Câmara Municipal de Gaia, e no qual estou a participar, além da reativação deste blog, onde procurarei escrever com regularidade, foi a disponibilidade e interesse de conhecer e conviver com mais pessoas.


Estar com as pessoas, trocar ideias e opiniões, debater e confrontar-me com elas, é esse o meu objetivo.


Considero-me um solitário e introvertido, mais interessado, até aqui, em conhecer-me a mim próprio do que em conhecer os outros.


Mas ninguém vive sozinho, somos seres relacionais e a vida só tem sentido em interação com os outros.


O auto-conhecimento deve ser a tarefa mais importante da existência, mas conhecer os outros é vermo-nos num espelho que reflete aquilo que somos.


Todos somos iguais e partilhamos a mesma essência de seres humanos.

Comentários

Mensagens populares deste blogue

Mais de dois meses sem fumar

Estou há mais de dois meses sem fumar.  Lembrei-me disso agora, que estou há muito tempo a fazer horas sentado num café. Antes, se entrava num café, pouco me demorava.  Quase sempre procurava uma esplanada, coberta ou não, dependendo do tempo que fizesse. Agora, é indescritível a sensação que tenho de poder estar tranquilamente num local sem ter que pensar no tabaco. É claro que penso, mas nada que me domine. Dois meses sem fumar ainda é pouco tempo para deixar de pensar. Mas, com dois meses sem fumar, o pensamento e a vontade já não são muitas.

Os miosótis dos meus olhos a crescerem

Vou passar todo o meu tempo a escrever-te um poema. E quando te deitares comigo a teu lado sobre o limbo da noite acordada para veres os miosótis dos meus olhos a crescerem, como dizes, para o alvorecer dos teus sonhos perfeitamente incrédulos e cheios de esperança ainda de algum sentido que torne provável a irreal exatidão da vida que em vão tento trazer para o meu poema, perfeitamente irreal, e eu sussurro-te então ao ouvido palavras sem nexo nem sentido para provar isso mesmo em que tu, como sei, não acreditas, eu torno a voltar ao princípio para encontrar o rumo viável das palavras.