Como é habitual, o transporte público de manhã estava cheio, com os lugares sentados todos ocupados, tendo que viajar em pé. Em certo ponto da viagem, era o único passageiro que circulava em pé. Entretanto, na frente ficou um lugar vago e várias pessoas, viradas para trás, chamaram-me a atenção para me sentar nele. Sentei-me tranquilamente a pensar na simpatia natural do ser humano.