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Mensagens

A mostrar mensagens de outubro, 2023

O Natal.....

Aproxima-se a data mais desejada por muitos, mais triste para outros tantos, mais hipócrita, para alguns, mais sincera para diversos. O Natal para mim é efectivamente todos os dias. È  quando olhas para o outro com empatia. Quando percebes que a pessoa que te sorri todos os dias, por dentro está um caco, com pedaços que já não colam mais, mas podes ajudar a juntar. Quando vês na rua um jovem, ajudar a atravessar na passadeira um idoso que caminha com dificuldade. Natal, é dizeres a quem gostas todos os dias,  sem ser dia nacional/mundial de qualquer coisa...... Natal é ligares aos teus amigos, sempre que tiveres vontade. È  falares com a tua família, escutá-la, estar lá mesmo nos silêncios. O agradecer, estar atent@,  ser proactiv@, com os colegas de trabalho, com o vizinho. Ajudar a solificar,  uma sociedade mais justa, mais equilibarada, mais inclusiva, com respito pela liberdade e independencia. Natal é desejar um bom dia de coração. Natal é admiires as tuas falhas, e com humildade ...

Aniversario da MÂE

Hoje, se estivesse ente nós, iriamos suprendeê-la como sempre fizemos. A cada volta ao sol iamos desafiando a nossa imginação, para oferecer sempre algo em forma de muito amor e gratidão. Nas palavars, nos gestos, no olhar, no abraço,  na alegria, na partilha, lhe diziamos sempre o quão importante nos era. Mesmo no rosto molhado pelas lágrimas de emoção,  o sorriso era de uma candura e transparncia que não havia igual. Esse olhar, esse sorriso, essa alegria, esse abraço do tamanho do mundo, já não é real. Mas ficou sempre  nas nossas memórias, lacado nos nossos corações. Parabés Mãe, o céu hoje está feliz por te ter, nós sabemos o bem que lhe fazes. Ate um dia, num lugar mesmo ao lado do teu.  

A Saudade desta janela

Por questões técnicas, estive ausente desta janela virada para o mundo. Regressei e por isso estou muito feliz. Estava carente de partilhar as minhas questões internas, a minha visão do dia a dia, e escrever para vocês. Esta janela abriu-se no decorrer no nosso feliz embarque no G'oldies, que nos transportou para voos nunca antes encontrados, e que nos abriu para uma sede de viajar, pelas emoções, equilibrio, o nosso "Eu" em destaque. Confortavelmente confiad@s  aos comandos da nossa querida chefe de cabine Drª Inês Nascimento, que nos ia alertando e sossegando, sempre que surgia alguma turbulência. Tanto para explorar e evoluír. Grata a todos os passageir@s  que comigo embarcaram neste voo, partilhando desta viagem magnifica que, em cada um, se transformou num todo.    

Um comentário feliz que me deixou a refletir

Partilhei com uma colega com quem trabalho o último texto que publiquei no blog. A colega leu e exclamou: "Que giro!" Fiquei contente e, por um instante, pensei no comentário espontâneo da colega. E conclui: Quem escreve deve ser isto que espera: uma emoção. Porque as emoções, quando moderadas, devem ser a expressão da verdade que se sente.

Um encontro com alguém que foi um equivoco

Aconteceu-me há pouco um episódio  que sinaliza uma interrupção na sucessão dos momentos que constituem o nosso quotidiano. Ao sair do local de trabalho, encontro alguém que julgava ser do meu conhecimento. Dicidido, estendo-l he a mão, ao que o senhor corresponde com um ar simpático e perfeitamente ciente do equívoco. Imediatamente peço desculpa e o senhor, a gozar divertido com a situação, diz-me que já lhe sucedeu o mesmo. Foi uma situação sem segnificado, mas que serviu para iluminar um momento de encontro humano.  

Divagações sobre mim na ausência do tempo

Há momentos que sinto necessidade de me sentar e deixar-me estar a refletir. Não penso em nada, não tenho nada em que pensar. Estar, ser, ocupar o centro do Universo, e esquecer-me de mim,  da ilusão do que penso ser. Não ser nada, apenas o universo que me constitui. Ser o tempo na ausência do tempo até encontrar-me no tempo de ser apenas eu. Com tempo.

O livro que comecei a ler

Comecei agora a ler o livro que adquiri esta semana com o título "Como ser feliz (sim, é possível)". Perante este título, alguns, os pseudo intelectuais, ficarão desconfiados. Sim, será um livro de autoajuda. Escrito por um autor português, psicólogo clínico e psicoterapeuta, é um livro baseado em dados científicos e na experiência de anos do autor. O título é apelativo mas traduz o objetivo que todos procuram. Ser feliz é uma disposição para nos sentirmos bem, e tem a ver com a forma como nos relacionamos connosco e com os outros.

O fim do meu sonho de querer ser jornalista

Quando era muito novo, tinha a paixão do jornalismo. Uma ilusão ou um sonho que me iluminava  os dias. Cheguei a ver alguns textos de opinião publicados. E o ego exarcebava-se na ilusão da juventude. Um dia, por intermédio de uma amiga, fui falar com um jornalista do Jornal de Notícias. Levei um texto manuscrito e quase fiz questão que o lesse. Agora, a esta distância, vejo que não tinha substância. Mais tarde, ainda o sonho subsistia, respondi a um anúncio e fui fazer uma prova para jornalista da Visão. Desisti, não entreguei a prova, e a minha ilusão morreu perante a prova da realidade.

Quadro familiar com mãe e filho

Há pouco vi um quadro que me captou a atenção. No metro em que viajava, entrou uma jovem mãe com o filho pela mão. Porque talvez lhe tivessem dado, sem querer, um encontrão, ao entrar no metro, uma senhora idosa, muito zangada, estava a refilar. A mãe sentou-se com o filho ao meu lado, no metro, e o que mais me chamou a atenção naquele quadro familiar, foi a absoluta dedicação ao filho e a completa abstração para o que estava á sua volta. No tempo que me acompanharam na viagem, a mãe falava com o filho, baixinho, aproximando-se mais dele, como se fosse contar um segredo.

Um blog não é um diário

Já há alguns dias que não escrevo nada no blog. Não me tem ocorrido nada de relevante para escrever. Mas tenho pena. Porque gosto de escrever. Não gosto é de me expor demasiado no que escrevo. Muito menos revelar a minha privacidade. Um blog não é um diário. Não deve servir para contar a nossa vida. Por muito interessante que seja. Se me permitem, acho isso uma promiscuidade. Não faltará o que contar. A realidade é pródiga em histórias. Haja talento para as revelar. Infelizmente, a realidade que nos é dado viver, para quem nela está interessado, não é muito atraente. O que nos chega, principalmente, são histórias de terror e morte. Infelizmente, não podemos viver alheados delas. Mas é isso que tento fazer. Sinto que é uma questão de saúde mental mantermo-nos afastados daquilo que é um desafio á nossa sanidade. É verdade que a vida tem muitas coisas bonitas. Mas são pequenos detalhes que estarão ao alcance de uns poucos. É pena que a comunicação social não lhes dê a atenção que deviam t...

Uma ocorrência que perturbou a quietude do momento

Ontem, quando viajava no metro, uma rapariga sentada ao meu lado sentiu-se mal e começou a ter convulsões. Possivelmente, estaria a ter um ataque. Algumas pessoas deram-se conta do que estava a acontecer e gerou-se alguma agitação. Alguém comunicou o sucedido ao condutor através do intercomunicador e a viatura imobilizou-se. Parece que foi mesmo o condutor que ligou para o INEM. Entretanto, algumas pessoas, supostamente habilitadas, procuraram socorrer a rapariga. Reparei que alguém procurou a identificação da rapariga para contactar os familiares. Algum tempo depois, as pessoas foram avisadas e saíram do metro. Já cá fora, na estação, enquanto esperávamos por nova viatura, chegaram os bombeiros. Quando chegou a nova viatura, retomamos a viagem, com a memória da ocorrência que perturbou a quietude do momento.  

Hoje apetece-me falar do amor

Hoje apetece-me falar do amor. Não do amor por uma mulher ou um homem, mas do amor pela vida. O amor "tout court". Apetece-me falar do amor de que não se pode falar, porque este amor é uma forma de existir, uma forma de ser. Por isso, só a poesia pode exprimir este amor. Porque este amor é uma forma de sentir. E só sente quem ama. Amar é uma forma de morrer para aquilo que se pensa que é.

Um livro para deixar de fumar que me deixou irritado

Há poucos dias escrevi aqui um post que titulei "Será possível a leitura de um livro levar-me a deixar de fumar?". O post era sobre a leitura de um livro que comprei com a intenção de deixar de fumar. Li, sensivelmente, metade das páginas, e a minha vontade é parar com ele. Comprei-o  depois de ter lido um texto de alguém que, supostamente, terá deixado de fumar depois de o ler. O meu entusiasmo não seria muito que, depois de adquirido, ainda demorei uns meses para iniciar a leitura. Ainda assim, acreditei que poderia produzir o resultado pretendido. Enganei-me. O livro é um fiasco. E fez-me sentir irritado.       

Manifesto de Liubliana sobre a importância das competências superiores de leitura

Este manifesto foi publicado nesta terça-feira em jornais europeus, incluindo o PÚBLICO. É subscrito pela Associação Internacional de Editores, entre outros. Lista completa no fim do texto.   A leitura de nível superior é a nossa ferramenta mais poderosa para desenvolver o pensamento crítico e analítico. Exercita a metacognição e a paciência cognitiva, expande as nossas capacidades conceptuais, treina a empatia cognitiva e a capacidade de criar perspectiva, competências sociais indispensáveis para sermos cidadãos informados numa sociedade democrática. Os signatários deste manifesto apelam ao reconhecimento da relevância permanente da leitura de nível superior na era digital. https://www.publico.pt/2023/10/10/sociedade/comentario/manifesto-liubliana-importancia-competencias-superiores-leitura-2066140

Um café com o meu irmão gémeo

Tenho um irmão gémeo e quando é possível vamos tomar café juntos. Hoje fomos tomar café depois do almoço á esplanada junto do Jardim do Morro, em Gaia, e o meu irmão estava especialmente bem disposto. Não que o meu irmão não seja uma pessoa simpática e de trato agradável, mas hoje estava verdadeiramente inspirado. Habitualmente preocupado e stressado, por ser também muito exigente com os compromissos e trabalhos que tem, hoje, como poucas vezes, estava muito conversador e espiritual. Como também não sou muito conversador, antes instrospetivo e meditativo, foi muito agradável ouvi-lo no meio daquela paisagem junto ao Porto, num dia de sol de Outono que parece Verão.  

A utilização do Anda e a falha da aplicação

Sou ulilizador de transportes públicos e utilizo a aplicação Anda para validar as viagens. A aplicação é muito útil por dispensar a necessidade de renovação da assinatura do Andante e otimizar o custo das viagens, podendo ser utilizada na maioria dos transportes públicos. Há pouco ía-a utilizar e não abriu. Após várias tentativas, obtive a mensagem de que a aplicação tinha um erro e precisaria ser atualizada quando a atualização ficasse disponível. Uma chatice. Acabei por comprar um Cartão Andante e carregar as viagens. Felizmente, foi fácil contornar o problema e assim confirmar a validação da viagem quando uma brigada de fiscais mo solicitou.

Será possível a leitura de um livro levar-me a deixar de fumar?

Comecei a ler um livro titulado "Easyway - O método fácil para deixar de fumar" Comprei este livro há uns meses, depois de ler um post de alguém que deixou de fumar depois de o ler. Há uns dias atrás, mencionei a minha preocupação por há já muito tempo não ler nenhum livro. Hoje de manhã, referi, noutro post, o prazer que tenho em fumar. Não acredito em coincidências, mas sim que o Universo conspira para que as coisas aconteçam no tempo certo. O tempo é agora de ler este livro e acreditar que poderei deixar de fumar quando acabar de o ler, como os milhares de leitores referidos no livro.  

Um caso sério por não falar

Encontrei agora um conhecido que me disse que teve um AVC. Fiquei admirado. Disse-lhe que, realmente, há algum tempo que não o via. Contou-me que esteve duas semanas internado. Apesar de aparentemente normal, mencionou-me as dificuldades que ainda sente. Não consta que seja fumador. Mas relatou-me que depois de mudar de emprego, se confrontou com uma situação que, tendo que ouvir, obrigou-se a ficar calado, sem responder. E foi isso, contou, que lhe trouxe problemas. É verdade que não devemos calar aquilo que sentimos. Não é a minha maneira de ser. Nem sei se será mesmo assim. Costuma-se dizer "pela boca morre o peixe".      

O ato de fumar como auxiliar para a reflexão

Sou fumador há muitos anos, desde o final da adolescência. Atualmente,  fumo pouco mais de um maço por dia. É muito. Já me senti mal a fumar, desenvolvendo uma rejeição do organismo ao vício. O preço exorbitante do tabaco levou-me a consumir marcas mais baratas, e até cigarrilhas, que me deixaram muito preocupado com os problemas que podia sofrer. Depois que mudei para a marca que fumo há anos, deixei de sentir tanto essa preocupação e é com mais tranquilidade que encaro o vício. Felizmente, sinto-me bem e o ato de fumar é um auxiliar que acompanha a minha tendência para a reflexão.  

O sentido da vida é mesmo ser feliz?

"O sentido da vida, segundo muitos apregoam, seria o de sermos felizes. Ora, esse é um estatuto lógico que qualquer cão subscreveria, desde que tivesse um osso em perspectiva. A felicidade, conceito que faz parelha com o da infelicidade, pertence ao universo do matrix da dualidade. Não há como existir uma sem a outra. Nos meios espirituais muito se apregoa a busca da felicidade, ignorando-se que a felicidade não é um estado inerente à Alma, a Alma nunca iria almejar essa pobreza, a Alma almeja a beatitude, Deus. A felicidade é um conceito criado pelo – e para o – Ego. Por isso, é algo de tão relativo, de tal modo que a felicidade de uns é, por vezes, a amargura de outros. Curiosamente mesmo os que concordam que a felicidade não passe de uma grande pobreza, vivem procurando sentido para sua vida na busca da felicidade, para si ou até também para os demais. É como se o sentido da vida fosse o de perseguir uma cenoura da felicidade que é colocada em frente aos olhos, dedicando-se à t...